sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Cremes contra o terror das estrias

Na minha primeira gravidez testei de tudo um pouco para ajudar a elasticidade da pele. Usei creme gordo normal, creme gordo com amêndoas doces (detestei) e uma porrada de outros tantos cremes que não gostei.

Até que um dia me deparei com o creme da Mustela contra estrias para grávidas. Adorei! Amei!

Usei o resto da gravidez toda na minha barriga que era enorme e que prometia rebentar por todos os lados. Juro que muitas vezes desconfiei que havia não um bebé, mas dois. O outro poderia andar escondido e ninguém dava conta. Mas não, era só um!

Usei na minha barriga e nenhuma estrias apareceu, já no peito, aqui a parvinha descorou e adivinhem? Sim, não punha creme no peito e este ficou com estrias feias e más! Mas pronto!

Como a idade já não é a mesma e como desta vez estou mais consciente resolvi iniciar uma preparação para a minha pele e prevenção contra as malditas. Voltei a comprar o creme que não me deixou mal da primeira vez.

Sei que ainda é cedo... mas sinceramente tenho um pouco de receio, pois como já disse a idade não é a mesma e mal não fará. Mesmo que não aconteça nada, pelo menos fico com a pele magnifica.

Na farmácia não havia só o creme,só tinham  este conjunto com óleo. Resolvi experimentar!

Desta vez não me vou esquecer do peito! Não vou, não!

E por aí, qual o creme que mais gostam?

P.S.: Juro que não trabalho para nenhuma marca e a marca também não me ofereceu nada :)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Vamos aos treinos

Hoje foi a consulta tão esperada com o ginecologista para ver se estava tudo bem e retirar o dispositivo!

Irra que fui cheia de miaufa! Estava tão nervosa que transpirava.

Mas felizmente correu tudo bem! O dito saiu, sem grandes alaridos!

Ainda me ri porque o médico contou-me que uma vez disse a uma senhora se queria guardar o DIU, ao que ela respondeu que sim, queria guardar como recordação. Malucos para tudo!

E pronto esta fase para ver se estava tudo bem já está, a remoção do dispositivo também, agora é só aguardar por novidades.

Sei que na minha situação não vai ser fácil e não quero entrar numa espiral de sofrimento. Vamos ver o que acontece e o que tiver de ser será.

Tenho cá para mim, que não será tão díficil como penso... mas também não quero agarrar-me a essa ideia e sofrer uma desilução.

O médico disse que eu era corajosa devido ao meu historial... mas não me vejo assim. Vejo-me como alguém que quer muito um segundo filho e sabe que terá de fazer alguns sacrificios para isso. A vida nunca me foi fácil, não era agora que o ia ser. Depois eu ainda ficava mal habituada.

Um dia de cada vez...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Viagem até ao Porto

Amanhã de manhã, logo pela madrugada saímos em direcção ao Porto.

Eu vou a uma consulta e o marido arranjou forma de ir comigo e fazer uma apresentação no mesmo dia, da parte da tarde.  Assim evito de ir sozinha e de comboio.

Gosto muito desta cidade e sempre que aparece uma oportunidade para ir, estou sempre pronta.

A Corujita vai ficar com a avó cá em casa. Como é mais perto da escola, não faz sentido a sogra andar para a frente e para trás quando podem aqui ficar.

Não fosse eu estar com uma gripe que me deixa completamente anestesiada, estava super entusiasmada! Mas não, estou aqui a tentar ganhar forças para ir fazer a mala, para fazer as unhas que não sabem o que é um verniz há algum tempo e para separar a roupa da Corujita para os próximos dias.

Estou completamente F... com um f grande! Não tenho forças para nada, apesar de estar melhor que ontem que não saí da cama.

Esta semana tenho a tal consulta com o ginecologista e estou a começar a ficar um bocadinho nervosa...mas vamos afastar os maus pensamentos para lá que com esta gripe, nem isso consigo fazer direito!

Estou que nem posso!

sábado, 8 de dezembro de 2018

O meu lugar como Mãe

Em todo o lado, todos os trabalhos, todas as profissões, em tudo o que fazemos temos de conquistar o nosso lugar, temos de lutar por aceitação, por segurança.

No nosso papel de mãe, é igual! Temos de lutar pelo nosso lugar, por aceitação, temos que nos impor numa sociedade onde ainda está cheia de dogmas sobre a maternidade, onde existe uma competição feroz, onde nos obrigam a provar a mãe que somos.

Ora vejamos, assim que o bebé nasce vem logo as mães mais velhas cheias de sabedoria dizernos que se faz assim e assado, a sogra quase que quer tirar a criança lá de casa, porque ela já cuidou de 2 ou 3 e sabe o que é melhor, a nossa mãe é toda ela uma crítica constante. As amigas vão dando bitaites como fizeram e aconteceram e depois vem aquela constante competição do desenvolvimento da criança, que nos faz sentir num concurso em que a nossa criança, ainda não anda, nem gatinha, mas já tem de ter lido os Lusíadas.

Se não nos impusermos, e mostrarmos a nossa fraqueza somos comidas vivas, que nem a gazela no meio de leões.

Quando fui mãe e como mãe de primeira viagem, tinha várias inseguranças que transpareciam a olhos vistos. Tinha medo da gravidez não correr bem, depois tinha medo de não ser boa mãe, de não ter capacidade para o lugar. Medo de estar a fazer algo mal!

A minha sogra, nas suas melhores intenções ia-me dando conselhos, os quais eu ia dizendo que sim, mas não concordava. Porque cada uma de nós é uma mãe diferente, como as crianças também não são todas iguais. Fragilizada, evitava os problemas aceitando sempre o bom conselho.

Com a minha mãe, pois também ela fora uma mãe diferente ouvia críticas à forma como eu levava a cabo o meu mais recente trabalho. Quando decidia faltar ao trabalho porque o puto estava com febre ela não entendia o porquê de eu querer ficar com ele em casa e não o espetar em casa da avó. Toda a vida ela trabalhou e não faltava porque eu tinha uma febrinha. Não se falta ao trabalho, ponto!

Até que um dia de nervos em franja disse NÃO! Estourou a bomba! Claro que foi chatice atrás de chatice, até ser aceite na comunidade da maternidade.

Mas nesse dia percebi que tinha de me manter fiel às minhas convições, tinha de acreditar no meu instinto, tinha de guardar as minhas inseguranças para mim e lutar pelo meu lugar como mãe. Mais importante ler os sinais da minha criança, pois eles ensinam-nos tudo o que precisamos para sermos mães.

Não existem boas mães, existem mães de várias formas e feitios. Ninguém é perfeita e todas nós aprendemos a cometer erros. Os miúdos não trazem livro de instruçoes e nós não temos de ter cursos especializados para levar a cabo o trabalho mais importante da nossa vida.

Hoje mantenho-me fiel às minhas convições e não deixo que outras opiniões me tornem insegura. Apurei o meu instinto maternal e confio nele! Mostro que sou A Mãe, cheia de sabedoria e certezas! E assim aceitam-me, ganhei o meu lugar!

Mas a verdade é que sou toda uma mãe insegura como todas as outras, preocupada na educação do petiz, preocupada se estamos a fazer o certo, se ele vai ser um bom homenzinho... se não o traumatizei com algo! Enfim!

Mas quando bate a insegurança, regra geral, sento-me com ele e pergunto se é feliz, pergunto se nos ama (claro que sei que sim, pois ele é transparente nos afectos) ao que ele responde: - És a minha mãe perferida! Sou muito feliz e gosto muito, muito de ti! - pois é a opinião deles que interessa e não as dos outros.

Estamos sempre a dizer que as crianças não são todas iguais, que tem o seu próprio tempo, mas as mães também não são iguais. Umas trazem o instinto maternal entranhado, outras tem de o deixar apurar, tem de aprender a ouvir. E não é com os conselhos dos outros que lá vão, pois o que é certo para mim, pode não fazer sentido para outra mãe.

A maternidade não é uma competição porque no final não existe um prémio, existem vários... os nossos filhos! São eles a maior compensação por toda a loucura do dia a dia! E se é loucura!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

A famosa Carta ao Pai Natal

Ora depois de visitar vários blogs que gosto de ler diariamente, lembrei-me que ainda não escrevi a minha carta ao Amigo Barbudo. Por isso aqui vai: (segunda vez que escrevo a p@ta da carta, pois o blogger apagou a primeira)


Querido Pai Natal,

O que quero é muita saúde e amor nesta casa. Quero os meus bem e felizes. Para mim já não peço saúde, pois a minha é duvidosa (sei que o teu departamento são prendas e não milagres), peço sim que me matenhas viva por muitos anos para acompanhar estes tontos cá de casa, que são chatos, mas são meus! Só quero saúde e amor, pois com o resto cá nos amanhamos!

Gostava também, se puderes, claro que me brindasses com o milagre da vida! Pois queremos muito aumentar a família e queria muito fazer esta surpresa à Corujita.

Quanto a bens materiais, dispenso, desde que me presenteis com os pedidos acima. Mas se fizeres questão também em bens materias e te sentires um mãos largas, então aqui vai:
  • Um novo telemóvel, do Iphone 7 para cima, pois quero um telemóvel novo e maior do que o meu velho 5s. Coisas de gaija!  Esse será para passar para a Corujita, como o seu primeiro telemóvel. Nada mau, pois está como novo! Sou muito poupadinha! 
  • Um casaco felpudo, pode ser este mesmo da Zara. Ando doidinha para ter um. E ouvi dizer que estão na moda!
  • O livro, Os 10 Mandamentos de Uma Mãe Imperfeita. Estou para o comprar há muito tempo, assim se vir cá ter a casa, sempre o evito de comprar eu. Adoro o blog e a página, fazem-me sempre rir ao longo do dia... quando for grande quero ser como ela. ehehehe
 Mas como já referi, deixa lá os bens materiais e deixa cá por casa tudo o resto... saúde e amor, que o resto resolvemos.

P.S.:  Lamento que a Corujita já não acredite em ti e tenha descoberto que são os pais que arcam com a despesa das prendas e a ti só te cabe os méritos... a vida é uma porra!
De qualquer forma prometo-te as bolachinhas e o leitinho como sempre!
Ah, não entres pela chaminé, pois é estreita e ainda acabas na casa da vizinha que já não mora cá e seria um desperdício, entra mas é pela porta.
Se me encontrares a mim e ao Papá Coruja a dormir no sofá, não nos acordes, pff! Eu ando a dormir pouco! Este ano como sabes o Natal é cá em casa e como cedemos o quarto às mães, acabamos nós no sofá! Sendo assim, azarinho para mim!

Beijinhos e abraços, da Mamã Coruja.



E vocês que pediram ao Pai Natal?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Maldito vício

Hoje fui buscar a ecografia que fiz, para levar para a semana ao ginecologista!

Mas tenho um maldito vício de ler os resultados, mesmo sem os entender. "contornos ligeiramente bosselados", "miométrio discretamente heterogéneo", não percebo nada e para ajudar já fui consultar a Dra. Internet.

Não quero parecer, mas fiquei um pouco de coração nas mãos. Apesar de no final do relatório aparecer estar escrito: "exame ecográfico dentro dos parâmetros da normalidade para o grupo etário da examinada", não estou nada sossegada.

Este maldito vício que tenho de ler os relatórios! Agora vou estar até dia 13 a matutar nestas palavras caras.

Acho que hoje vou levar o exame comigo e durante a noite assim que apanhar o médico, vou perguntar-lhe o que acha. Sim, porque não vou passar quase uma semana a matutar em algo que provavelmente não é nada demais.

Quando engravidei da Corujita, o médico que me seguia detectou que as minhas análises da tiroíde estavam totalmente descontroladas que me enviou de urgência para o hospital. Eu tenho problemas de tiroíde desde os 4 anos de idade e estava controlada até engravidar.

Os médicos estabilizaram-me e o bebé estava bem. Mas eu passei meses a questionar-me o que este problema podia afectar a criança. Foram meses a pesquisar a maldita Dra. Internet e a ler coisas assustadoras. Até que aos 6 meses de gravidez questionei o médico com a s coisas que tinha lido, ao que me respondeu logo: - Pronto já andou a passear pela Internet, não foi? Minha querida, o que podia ter acontecido, não aconteceu... por isso agora descanse e viva essa gravidez.

O que podia ter acontecido era que com os valores descontrolados que tinha a gravidez não vingava. Mas a minha Corujita era forte e agarrou-se com unhas e dentes no forninho. :)

Por isso não sejam como eu, não consultem a Dra. Internet, pois não ajuda ninguém.

IT

Ontem vi finalmente o filme IT, A Coisa!

Era para ter ido ver no cinema quando saiu... mas uma vez que o marido não gosta de filmes de terror e ir sozinha não era hipótese, deixei para ver mais tarde.

Ontem com jeitinho lá convenci o marido a ver o filme comigo... porque não estava muito convencida a ver o dito sozinha. É que eu tenho pavor a palhaços! Sejam simpáticos, fofinhos, eu tenho pavor! Imaginem a ver este, IT!

Lá me enchi de coragem e vi o filme! As críticas falavam do maior filme de terror de todos os tempos, mas a verdade é que fora o palhaço que tenho pavor, não achei nada de especial. Não era um filme de saltar do sofá, como gosto! Ficou ali pelo mediano! Também não era mau!

O marido reclamou do filme no ínicio, como era de esperar e depois adormeceu, mas fez-me companhia, deitadinho ao meu lado.

As cenas mais assustadoras, foi a cena na cave, quando Bill desce atrás de Georgie e dá de caras pela primeira vez com Pennywise. E a outra quando vão à casa do poço todos juntos e tem de enfrentar os seus medos e Pennywise.

Entretanto ir para a cama foi engraçado, pois o cabrão do palhaço não me saía da cabeça! É que tenho pavor a palhaços! Já tinha dito?

O final fica em aberto para o segundo filme que deve estrear em Setembro de 2019! Aguardemos!



Digam lá que não tenho razão para ter medo de palhaços?